Virou documentário, segue o trailer:
Essa plaquinha apareceu até no Rio de Janeiro. Aqui uma teoria sobre as placas e o verbete na Wikipedia explica o mistério.
Aqui o site oficial do filme.
A FINA ARTE DA NAVEGAÇÃO ALEATÓRIA.
Mini-documentário contando as origens do Arduino:
Segundo o G1. Aí fica a dúvida, o modelo do processador faz diferença? Tipo, qual processador mata mais espermatozóides?
Essa pesquisa fatura o Ig Nobel fácil fácil.
Falando em Ig Nobel, veja o documentário com o ganhador de 2003 sobre a Homossexualidade Necrofílica em Patos.
Aliste-se:
Com narração do mesmo cara do Discovery de Pobre:
E do impagável Os Leão:
É nessa hora que eu boto fé na internet. Um mini-documentário de um dos melhores games já feitos…
Aqui tem um torrent com uma versão para PC dos dois primeiros games, com o áudio em qualidade de CD. Recomendo.
Alain de Botton, em vídeo, na série A Guide to Happiness.
» Parte 1 – Sócrates e a Auto-confiança
» Parte 2 – Epícuro e a Felicidade
» Parte 3 – Sêneca e a Raiva
» Parte 4 – Montaigne e a Auto-estima
» Parte 5 – Schopenhauer e o Amor
» Parte 6 – Nietzsche e a adversidade
E aqui a série toda. Infelizmente sem legendas.
Lucas seria um gênio do mal do marketing? O documentário estréia em 2010. Por enquanto, só o trailer:
Nenhum outro filme exibido em Berlim este ano conseguiu dos espectadores este mal-estar. Depois da projecção, os aplausos soam quase arrancados a ferro, as pessoas saem em silêncio, semblantes carregados, desviando os olhares.
O que acabara de ser projectado no ecrã, em preto e branco granulado, som directo, câmara à mão, não era uma ficção, mas tocou o público mais do que qualquer ficção que tenha surgido na competição oficial de Berlim – e nem sequer estava a concurso.
Há um ano, “Tropa de Elite” arrebatava o Urso de Ouro perseguido pela controvérsia. Este ano, o seu autor, José Padilha, documentarista de formação, veio à secção paralela Panorama mostrar um documentário que definiu inspirado pelo “cinema directo” e onde procurou usar as armas do cinema narrativo para acordar consciências. A julgar pela reacção transtornada do público, “Garapa” conseguiu-o.
Tirei o texto daqui.
P. Craig Russell discutindo a narrativa usada em sua adaptação na Graphic Novel Murder Mysteries, do Neil Gaiman. Se você é fã da arte sequêncial, assista.
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