Carl Sagan e a nossa insignificância cósmica no documentário Pálido Ponto Azul, legendado.
Roubado do Bruno.
A FINA ARTE DA NAVEGAÇÃO ALEATÓRIA.
Carl Sagan e a nossa insignificância cósmica no documentário Pálido Ponto Azul, legendado.
Roubado do Bruno.
Feche os olhos e diga se não é a Xuxa falando.
Valeu Gel!
Uma narração pessoal, uma edição moderna, uma trilha sonora emocional. Não precisa de muito para transformar qualquer assunto em um documentário bonito. Incluindo a vida do Phil, um cara qualquer.
15 anos depois, surge um novo capítulo na história do Techno Viking. Um dos memes mais antigos da internet que ganhou fama global em 2007. E que, desde então, se tornou um dos maiores mistérios da internet: quem é o Techno Viking?
Ninguém sabe. Matthias Fritsch, o autor do vídeo original do Techno Viking também quer saber. Desde 2009, Matthias está sendo processado pelo famoso (e ainda anônimo) viking sobre a alegação de que o vídeo original infringia seus direitos pessoais. Matthias perdeu a causa e foi obrigado a pagar. Como forma de levantar uma discussão sobre o tema, o diretor buscou verba no crowdfunding para filmar essa história.
O documentário conta a história do meme, desde as imagens originais, capturadas numa parada de rua em 2000 na Alemanha como projeto de vídeo-arte, até 2015, mostrando como o meme se propagou sem controle pela internet.
No filme rola uma discussão sobre o controle que uma pessoa tem sobre sua imagem, a apropriação coletiva e o conteúdo transformativo e se já não está na hora de reverter a lógica do público/privado para o comercial/não-comercial, uma vez que não dá para proibir que uma imagem da internet seja reproduzia e modificada infinitamente.
No final, Matthias faz uma apelo pessoal ao viking: entre em contato.
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Essa discussão lembra muito o que foi dito na série de documentários Everything is a Remix.
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O vídeo original do Techo Viking:
Tatooine or Bust é um curtinha de Jason Wishnow filmado em janeiro de 1997, no relançamento de Star Wars em 5 cinemas dos Estados Unidos. O mini-documentário mostra a expectativa dos fãs que dormiram na fila ver pela primeira vez a trilogia original em tela grande. Divertido ver o que Star Wars representava para essa galera (antes de Jar Jar Binks).
Em 1999 ele também filmou os fãs na estréia do Episódio I. Aqui.
Enquanto a playboy arranca o nude das revistas, a galera do entretenimento adulto vê na realidade virtual uma esperança de suce$$o. Aí fica a pergunta: a pornografia em VR será como o VHS foi para a pornografia nos cinemas? Eu acho que sim. Chegou a era do porn imersivo.
Do re/code.
Os cenários digitais, por mais grandiosos e bem feitos que sejam, nunca vão superar os reais. Esse making of de Star Wars – The Force Awakens para a SDCC Comic Con 2015 mostra um pouco dos bastidores do universo de Star Wars.
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Em tempo, diversos sites estão noticiando que segunda-feira vai rolar o primeiro trailer.
Fiz essa pergunta em 2006. Na época a especulação rolava numa comunidade do Orkut. Mistério resolvido. Acharam o cara. E, de quebra, fizeram um documentário sobre o figura: Os 3 Atos de Carlos Adão. Segue o trailer:
O Matias entrevistou os diretores do documentário, que ainda não tem data para estrear.
Parecem cenários de filmes de ficção pós-apocalíptica, mas são imagens reais, de cidades abandonadas. O motivo da desocupação é sempre triste ou trágico: guerras, explosões, radiação, falência econômica e catástrofe natural. Mas essa degradação documentada pelos drones serve tanto de material para estudos como um aviso, para que erros assim não se repitam no futuro.
A cidade chinesa de Taijin, depois das explosões, em 2015:
Detroit vista do alto (já falei de Detroit aqui):
O zoológico de Detroit, 2014:
Auschwitz, 2015:
Tomioka, a cidade abandonada depois do desastre em Fukushima, 2011:
Chernobyl, 2014:
Kobani, na Síria, 2015:
Ilha Hashima, abandonada desde 1974, em 2014, num documentário com várias imagens feitas por drones:
Em 1979, o diretor francês Michel Parbot fez um documentário sobre O Império Contra-Ataca para a televisão americana e alemã. A parte americana foi parar no Blu-ray de Star Wars, mas a parte alemã sumiu do mapa. Muito tempo depois apareceu no Youtube, graças ao Star Wars Archive (mas teve o áudio cortado por problemas com o copyright das músicas).
Existe uma versão incompleta, de pior qualidade, com áudio, mas a qualidade é muito ruim. Em duas partes: Parte 1, e Parte 2.
Para quem é fã vale a pena assistir, mesmo sem áudio, só para ver como foram as filmagens da Batalha de Hoth. Dá para ver a construção do boneco do Yoda, a roupa de Wampa e as pinturas usadas como backgrounds (matte painting).
Aqui tem um dossiê em texto dissecando o documentário.
As pinturas da Cidade das Nuvens:
O boneco do Yoda:
A animação stop-motion:
O sujeito vestido de Wampa:
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